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Freud Estava Certo: a Maior Batalha da Corrida Após os 50 Acontece na Mente

Correr depois dos 50 não é só sobre joelho, tênis ou planilha de treino. É muito mais sobre cabeça. E, se a gente puxa a conversa pra psicanálise, a corrida vira quase um divã em movimento. Freud dizia que o sujeito não é dono da própria casa. Traduzindo pra corrida: nem sempre é o corpo que manda parar — é a mente. Aquela voz que surge no km 3 dizendo “pra quê isso?”, “já não tenho idade”, “ninguém liga”. Isso é o superego , aquele juiz interno chato, formado por anos de cobranças, comparações e expectativas alheias. Depois dos 50, ele costuma ficar mais barulhento. Do outro lado está o id , que quer prazer imediato. Ele aparece quando o despertador toca e a cama parece mais sedutora que o asfalto. O id quer conforto, não quer desconforto voluntário. E correr é justamente isso: escolher o desconforto agora para colher algo maior depois. A corrida acontece no meio desse conflito, no ego. É o ego que negocia: “não vou fazer 10 km hoje, mas 5 eu faço”. Não é fraqueza, é inteligência ...

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